Acho bom ter uma idéia geral do que se passa no mundo, mas não dá pra acompanhar muito de perto os noticiários sobre política e economia. Política, principalmente, IRRITA!
Lobbies, retaliações, burrice... (pra não falar em corrupção,mentira, cara-de-pau) aff...
Por causa da votação da lei Ibsen, aquela sobre a divisão do dinheiro do petróleo do pré-sal, acompanhei 5 minutinhos de discussão sobre o assunto na tv e concluí que essa lei é zóião.
Pra mim tá tão óbvio que eu fiquei pensando se é a Globo/a Veja/o Sistema que quer que eu pense assim.
Me digam: tem alguma coisa que eu não estou vendo?
Como é que quase todos os deputados acham que os royalties têm que ser divididos irmanamente entre os estados, produtores ou não? deputado é um bicho estranho...
Se eu ganhasse na Megasena eu teria que dividir com todo mundo que apostou, porque eles tb "investiram"?
E, ó, eu nem achava o governador do Rio fofo, mas tô achando agora: "Cabral chora e diz que emenda dos royalties quebrará o Rio"
tadinho :(
PS: Saudades da turminha... os 'amigos-inteligentes' sempre sabem o que há por tras dos noticiários. Y
o blog é o mesmo. eu sou mais ou menos a mesma. e só que o nome antigo já não me dizia muita coisa. quem sabe o novo nome traz mais inspiração, que eu tô com saudade de mim aqui.
ah... posso chamar de 'liberdade poética' continuar usando o português que eu aprendi na escola? tenho apego com alguns hífens e acentos. :)
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quinta-feira, 11 de março de 2010
sábado, 31 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
home
(ou Orquídeas voltam a florir )
Na minha casa quase nunca tem flores frescas.
Embora eu ache que elas são praticamente 'felicidade instantânea'. (amo!)
Acho que eu fico com medo de não saber cuidar direito e fico triste quando elas morrem e tem que partir.
Ou talvez não queira/saiba ter trabalho com outro ser vivo que não seja eu.
Ou esteja, apenas, sendo um pouco negligente com algo que pode me fazer bem.
Na minha casa tem um jogo de copos bonito na cozinha, mas as vezes eu fico com dó ( ou apego, ou cacoete-de-pobre) de jogar fora um copo de requeijão.
Mesmo achando que a vida é melhor sem copos de requeijão, tem um ou outro lá misturado que eu acabo até usando.
Uma casa, as vezes, é perfeita pra nossa vida durante um certo tempo, mas uma hora pode começar a não se encaixar.
Daí, ou a gente se muda dela ou a gente bota tudo abaixo e encara a bagunça que a reforma traz pra deixar ela linda e com sentido pra gente de novo.
Hoje eu fiquei pensando que viver é como ter uma casa. Que a nossa vida não deixa de ser a nossa casa.
Eu não sei se a metáfora funciona muito bem mas as vezes não dá pra arrumar tudo de uma vez. As vezes a gente sabe como gostaria que ela fosse, mas não consegue fazer. As vezes ela parece em ordem, mas na verdade só está uma coisa em cima da outra. Ou tá aquele caos que só a gente consegue se achar.
Ó, até com certo conhecimento profissional ( rs..) eu posso dizer que não adianta só projeto, planilha, orçamento e prazos em dia, a casa mesmo se faz com o tempo, vivendo, um dia depois do outro. De repente um canto que sempre pareceu ok, começa a precisar de um pouco mais de cor. As vezes é simples assim, como comprar uma almofada nova ou uma lata de tinta. As vezes nem tanto.
É a vida.
Na minha casa quase nunca tem flores frescas.
Embora eu ache que elas são praticamente 'felicidade instantânea'. (amo!)
Acho que eu fico com medo de não saber cuidar direito e fico triste quando elas morrem e tem que partir.
Ou talvez não queira/saiba ter trabalho com outro ser vivo que não seja eu.
Ou esteja, apenas, sendo um pouco negligente com algo que pode me fazer bem.
Na minha casa tem um jogo de copos bonito na cozinha, mas as vezes eu fico com dó ( ou apego, ou cacoete-de-pobre) de jogar fora um copo de requeijão.
Mesmo achando que a vida é melhor sem copos de requeijão, tem um ou outro lá misturado que eu acabo até usando.
Uma casa, as vezes, é perfeita pra nossa vida durante um certo tempo, mas uma hora pode começar a não se encaixar.
Daí, ou a gente se muda dela ou a gente bota tudo abaixo e encara a bagunça que a reforma traz pra deixar ela linda e com sentido pra gente de novo.
Hoje eu fiquei pensando que viver é como ter uma casa. Que a nossa vida não deixa de ser a nossa casa.
Eu não sei se a metáfora funciona muito bem mas as vezes não dá pra arrumar tudo de uma vez. As vezes a gente sabe como gostaria que ela fosse, mas não consegue fazer. As vezes ela parece em ordem, mas na verdade só está uma coisa em cima da outra. Ou tá aquele caos que só a gente consegue se achar.
Ó, até com certo conhecimento profissional ( rs..) eu posso dizer que não adianta só projeto, planilha, orçamento e prazos em dia, a casa mesmo se faz com o tempo, vivendo, um dia depois do outro. De repente um canto que sempre pareceu ok, começa a precisar de um pouco mais de cor. As vezes é simples assim, como comprar uma almofada nova ou uma lata de tinta. As vezes nem tanto.
É a vida.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
dialoguinhos
- Vc já assistiu O Cubo?
- Não. Dizem que é aflitivo
- é... terror psicológico
- eu tenho muita agonia de terror psico.
- Já basta a vida, né?
- Não. Dizem que é aflitivo
- é... terror psicológico
- eu tenho muita agonia de terror psico.
- Já basta a vida, né?
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Epifania*
O amigo-inteligente-das-tattoos-increíbles** tem uma que diz que a beleza está nos olhos de quem vê.
Na verdade: Beauty is in the eye of the beholder.
Morri.
(Afora achar 'beholder' uma palavra com uma bossa assim meio shakesperiana, a frase é ótchema!)
E daí que eu me peguei pensando esses dias (férias do divã, people. sabe como é...) quanta beleza eu estava deixando entrar na minha vida, que espécie de 'beholder' eu seria.
Daqueles que, as vezes, a deixam escapar, por rabugice, distração ou preguiça.
Mas também dos que a vêem onde quase ninguém percebe. E não têm medo de bicho geográfico pelo caminho. ( eu sou orgulhosa das minhas aventuras pelo mundo das feiúras-presumidas)
Só que, se tudo depende da nossa predisposição em entender a estética- ou a magia- do que se apresenta diante de nós, deixar de olhar com olhos, pelo menos, curiosos é desperdício de vida e de mundo, não é?
A AmeliePoulain dos amigos-inteligentes - ela que, na melhor das descrições é uma personagem de filme francês, tão incrível que a gente sabe que não existe. né, Giacca? - é uma querida que vive achando tudo e todo mundo lindo. Nunca vi ver tanta beleza!
Foi com a convivência mais próxima que eu comecei a me cobrar essa 'doçura no olhar'. Me impus a tarefa-terapêutica de viajar melhor, conviver melhor, usufruir melhor.
Ainda tenho um longo caminho...que a rabugice é uma coisa entranhada na pessoa, sabe?
(quem não conhece o meu mau humor dos infernos? os irritos? a intolerância-monstro? coisa meiga...)
Ah, esse pessoal... such an inspiration, não é mesmo?
Essa conversa, e o sol de rachar lá fora, me fizeram pensar numa outra coisa ( recorrente nesse blog, rs...):

Na verdade: Beauty is in the eye of the beholder.
Morri.
(Afora achar 'beholder' uma palavra com uma bossa assim meio shakesperiana, a frase é ótchema!)
E daí que eu me peguei pensando esses dias (férias do divã, people. sabe como é...) quanta beleza eu estava deixando entrar na minha vida, que espécie de 'beholder' eu seria.
Daqueles que, as vezes, a deixam escapar, por rabugice, distração ou preguiça.
Mas também dos que a vêem onde quase ninguém percebe. E não têm medo de bicho geográfico pelo caminho. ( eu sou orgulhosa das minhas aventuras pelo mundo das feiúras-presumidas)
Só que, se tudo depende da nossa predisposição em entender a estética- ou a magia- do que se apresenta diante de nós, deixar de olhar com olhos, pelo menos, curiosos é desperdício de vida e de mundo, não é?
A AmeliePoulain dos amigos-inteligentes - ela que, na melhor das descrições é uma personagem de filme francês, tão incrível que a gente sabe que não existe. né, Giacca? - é uma querida que vive achando tudo e todo mundo lindo. Nunca vi ver tanta beleza!
Foi com a convivência mais próxima que eu comecei a me cobrar essa 'doçura no olhar'. Me impus a tarefa-terapêutica de viajar melhor, conviver melhor, usufruir melhor.
Ainda tenho um longo caminho...que a rabugice é uma coisa entranhada na pessoa, sabe?
(quem não conhece o meu mau humor dos infernos? os irritos? a intolerância-monstro? coisa meiga...)
Ah, esse pessoal... such an inspiration, não é mesmo?
Essa conversa, e o sol de rachar lá fora, me fizeram pensar numa outra coisa ( recorrente nesse blog, rs...):
Eu quero ver o mar. Agora.

O mar zera nossas retinas. E fica tudo lindo.
* do Houaiss: ... -3 manifestação ou percepção da natureza ou do significado essencial de uma coisa. -3.1 apreensão intuitiva da realidade por meio de algo geralmente simples e inesperado (como um lugar-comum ou uma pessoa vulgar)
** pra quem gosta de tatuagens que dizem coisas, dá quase pra desistir de se tatuar. Ele já fez as melhores.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
thank you
Se eu tentar escrever, vai ficar piegas.
bruni-marronamente piegas, porque 'eu sou um coraçãozinho'!
Então vai : imagem, letra e música.

bruni-marronamente piegas, porque 'eu sou um coraçãozinho'!
Então vai : imagem, letra e música.
With a Little Help From My Friends *
What would you think if I sang out of tune,
What would you think if I sang out of tune,
Would you stand up and walk out on me.
Lend me your ears and I'll sing you a song,
And I'll try not to sing out of key. ( difícil..)
I get by with a little help from my friends,
I get high with a little help from my friends,
I'm gonna try with a little help from my friends.
What do I do when my love is away.
(Does it worry you to be alone)
How do I feel by the end of the day
(Are you sad because you're on your own)
No I get by with a little help from my friends,
I get high with a little help from my friends,
Oh, I'm gonna try with a little help from my friends.
Do you need anybody, I need somebody to love.
Could it be anybody I want somebody to love.
Do you believe in love at first sight,
Yes I'm certain that it happens all the time.
What do you see when you turn out the light,
I can't tell you, but I know it's mine.
Oh I get by with a little help from my friends.
I get high with a little help from my friends...
...
Geniais, besourinhos, falaram tudo.
(não estão todos na foto - as pessoas mais chiques e inteligentes que eu já conheci)
Mudaram minha vida! Got me super high, and by, and trying.
Foram meu presente de natal adiantado, porque eu fui uma boa menina esses anos todos.
( e agora chega, né? que isso de 'boa menina' não leva a nada.)
Thank you.
* a idéia de homenagear amigos com essa musica é da minha irmã. Uma covre-flor transgênica, os melhores genes, a maior inteligência, as melhores idéias e a maior modéstia ( ah.. não precisa dar crédito pra mim, não.. pode dar pros Beatles mesmo.)
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Sponge me
- Gente é legal, né?
- hã..hum... A GENTE é legal!
Rá! gente fina, elegante e sincera - que eu adówro!
É isso aí, tem 'gentes' e 'gentes'!
Gente que me faz querer ser uma pessoa melhor
e gente que não merece nem a fardinha-beginha que veste.
Tô longe de me considerar uma 'people person', mas ando numa fase de olhos e cérebro esponginha, absorvendo muito das coisas e, principalmente, das pessoas ao meu redor.
Such an experience. Justo eu que passei a vida com um número mínimo de amigos, o suficiente pra não morrer seca! hahaha. Pura preguiça de gente! Shame on me.
Abri os olhos e o cérebro a tempo, pra ver quanta coisa incrível (e quanta merda tb) cabe dentro da gente.
Brigada, gentê! vcs são uns interessantes!
- hã..hum... A GENTE é legal!
Rá! gente fina, elegante e sincera - que eu adówro!
É isso aí, tem 'gentes' e 'gentes'!
Gente que me faz querer ser uma pessoa melhor
e gente que não merece nem a fardinha-beginha que veste.
Tô longe de me considerar uma 'people person', mas ando numa fase de olhos e cérebro esponginha, absorvendo muito das coisas e, principalmente, das pessoas ao meu redor.
Such an experience. Justo eu que passei a vida com um número mínimo de amigos, o suficiente pra não morrer seca! hahaha. Pura preguiça de gente! Shame on me.
Abri os olhos e o cérebro a tempo, pra ver quanta coisa incrível (e quanta merda tb) cabe dentro da gente.
Brigada, gentê! vcs são uns interessantes!
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
royalties
O termo 'caguing and anding' é piada linguística de alto gabarito, com royalties para o Giacca e o Duda*,
é praticamente o novo esperanto , aquela língua da comunicação universal.
Amigos-inteligentes! totaly necessary!
* Duda, eu não te conheço, mas vc é amigo dos amigos-inteligentes. Portanto: é nóis!
é praticamente o novo esperanto , aquela língua da comunicação universal.
Amigos-inteligentes! totaly necessary!
* Duda, eu não te conheço, mas vc é amigo dos amigos-inteligentes. Portanto: é nóis!
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
lost in translation
Beijo na Boca, Não!
Baseado numa opereta, o filme traz um industrial que acredita ser o primeiro homem de sua mulher, sem saber que ela esconde um antigo casamento com um americano. (Comédia)
Nome original: Pas Sur la Bouche
País: França/Suíça/2003
Direção: Alain Resnais
Com: Audrey Tautou, Isabelle Nanty e Sabine Azema
- cinema inteligeitor, vamo?
(...Ah, seems nice. Estimular o cérebro com essas coisas de gente que pensa, né? sempre vai bem. Audrey Tautou é a Amelie Poulain, gracinha! eu gosto dela. A historinha tem potencial. E a companhia é boa!)
- Mas eu vou chegar bem em cima da hora, provavelmente depois dos trailers. bato o ponto e vou. bj.
- oi. acabou de começar. primeira cena, tiros na boate, parque de diversões, eles se conheceram..e taí.
- ah tá...
...
(tututu..ué? o ex marido não era americano? esse cara é francês!...tututu... cadê a Amelie?... engraçado como a gente se acostuma com uma determinada cultura cinematográfica, filme francês é estranho, as pessoas não mostram o que sentem realmente...essa mina é estranha... agora! agora! é a Amelie ali no fundo... ah não...muito velha... cadê o americano?.... não era comédia? ninguém tá rindo. Caramba! colocaram o nome da atriz da Amelie pra atrair freguesia? que bizarro... viu, cérebro? novas cultuuras...)
- ah, os franceses..eles sofrem...
- é, achei ela estranha.
- Vamos ouvir o Meirelles falar sobre o Ensaio? inteligeeeitor!
- vamo, vamo... (quem sabe me dá vontade de assistir o filme, hahaha)
- Você ainda não assistiu? Meu Deeus! e eu te trouxe aqui pra ouvir tudo isso!
- Nãão, mas agora fiquei com vontade. O Meirelles é fofo e eu precisava desse 'direcionamento', tava meio com preguiça. (oops)
- Ah, eu queria mesmo assistir esse "Beijo na Boca, Não!"
- Como assim? ( não foi o que a gente acabou de assistir? o francês que mentiu sobre a Amelie e o ex marido americano?)
- Uuups. não te falei?
- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Completely lost.
é foda, tico-e-teco não estão acostumados com merci-beaucoup, ficaram perdidinhos.
Baseado numa opereta, o filme traz um industrial que acredita ser o primeiro homem de sua mulher, sem saber que ela esconde um antigo casamento com um americano. (Comédia)
Nome original: Pas Sur la Bouche
País: França/Suíça/2003
Direção: Alain Resnais
Com: Audrey Tautou, Isabelle Nanty e Sabine Azema
- cinema inteligeitor, vamo?
(...Ah, seems nice. Estimular o cérebro com essas coisas de gente que pensa, né? sempre vai bem. Audrey Tautou é a Amelie Poulain, gracinha! eu gosto dela. A historinha tem potencial. E a companhia é boa!)
- Mas eu vou chegar bem em cima da hora, provavelmente depois dos trailers. bato o ponto e vou. bj.
- oi. acabou de começar. primeira cena, tiros na boate, parque de diversões, eles se conheceram..e taí.
- ah tá...
...
(tututu..ué? o ex marido não era americano? esse cara é francês!...tututu... cadê a Amelie?... engraçado como a gente se acostuma com uma determinada cultura cinematográfica, filme francês é estranho, as pessoas não mostram o que sentem realmente...essa mina é estranha... agora! agora! é a Amelie ali no fundo... ah não...muito velha... cadê o americano?.... não era comédia? ninguém tá rindo. Caramba! colocaram o nome da atriz da Amelie pra atrair freguesia? que bizarro... viu, cérebro? novas cultuuras...)
- ah, os franceses..eles sofrem...
- é, achei ela estranha.
- Vamos ouvir o Meirelles falar sobre o Ensaio? inteligeeeitor!
- vamo, vamo... (quem sabe me dá vontade de assistir o filme, hahaha)
- Você ainda não assistiu? Meu Deeus! e eu te trouxe aqui pra ouvir tudo isso!
- Nãão, mas agora fiquei com vontade. O Meirelles é fofo e eu precisava desse 'direcionamento', tava meio com preguiça. (oops)
- Ah, eu queria mesmo assistir esse "Beijo na Boca, Não!"
- Como assim? ( não foi o que a gente acabou de assistir? o francês que mentiu sobre a Amelie e o ex marido americano?)
- Uuups. não te falei?
- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Completely lost.
é foda, tico-e-teco não estão acostumados com merci-beaucoup, ficaram perdidinhos.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
coisas que, aparentemente, só eu não sabia III
Então, eu passo metade da minha vida imaginando que foi uma turma de modernos do colegial do Colégio São Marcos de Mogi das Cruzes que inventou a genial frase "sou chato e não me aguento, só me atirando no mar"... ( uso sempre )
Ainda ressoa na minha mente a voz do Cebola (foi o Cebola mesmo quem interpretou? alguém lembra?) declamando em tom teatral, percorrendo o palco de madeira do Salão Nobre.
Eis que 150 anos depois, descubro que isso é Oswaldo Montenegro! o marido (ex?) da Paloma Duarte. Isso é uma música? é teatro poético papo cabeça de jovem da PUC?
Êêê mundão! quanta surpresa me reservas? hã?
ah..e é 'só me tacando no mar'
hunf. praticamente um cristal esmigalhado, essa minha inocência juvenil!
O Chato
Oswaldo Montenegro
Ah, todo chato é bonzinho
Nunca nos fez nenhum mal
Ah, todo chato é calminho
Como se faltasse sal
Ah, todo chato te conta
Aonde passou o Natal
E sempre te da um dica
De onde ir no carnaval
Ah, todo chato cutuca
Pra você prestar atenção
Chama cabeça de cuca
E arranha um violão
Diz que inventou uma música
E toca as seiscentas que fez
E quando você abre tua boca e boceja
Ele toca tudinho outra vez
Ah, todo chato é gosmento
E não há como evitar
Eu sou um chato e meu Deus não me agüento
Só me tacando no mar
Ainda ressoa na minha mente a voz do Cebola (foi o Cebola mesmo quem interpretou? alguém lembra?) declamando em tom teatral, percorrendo o palco de madeira do Salão Nobre.
Eis que 150 anos depois, descubro que isso é Oswaldo Montenegro! o marido (ex?) da Paloma Duarte. Isso é uma música? é teatro poético papo cabeça de jovem da PUC?
Êêê mundão! quanta surpresa me reservas? hã?
ah..e é 'só me tacando no mar'
hunf. praticamente um cristal esmigalhado, essa minha inocência juvenil!
O Chato
Oswaldo Montenegro
Ah, todo chato é bonzinho
Nunca nos fez nenhum mal
Ah, todo chato é calminho
Como se faltasse sal
Ah, todo chato te conta
Aonde passou o Natal
E sempre te da um dica
De onde ir no carnaval
Ah, todo chato cutuca
Pra você prestar atenção
Chama cabeça de cuca
E arranha um violão
Diz que inventou uma música
E toca as seiscentas que fez
E quando você abre tua boca e boceja
Ele toca tudinho outra vez
Ah, todo chato é gosmento
E não há como evitar
Eu sou um chato e meu Deus não me agüento
Só me tacando no mar
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
coisas que, aparentemente, só eu não sabia II
que é possível calcular - de cabeça, em segundos - e acertar (!!!) a quantidade de sacos de ração para cães vendida anualmente nos EUA, assim, sem dados.
ou a quantidade de máquinas de lavar louças existentes na cidade de São Paulo.
ou a quantidade de pessoas que já passou pelo Planeta.
!!!
Cálculos simples, assim.
Os Amigos-Inteligentes fazem isso por aí, em mesas de bar
Coisa liiiinda de se ver!
ou a quantidade de máquinas de lavar louças existentes na cidade de São Paulo.
ou a quantidade de pessoas que já passou pelo Planeta.
!!!
Cálculos simples, assim.
Os Amigos-Inteligentes fazem isso por aí, em mesas de bar
Coisa liiiinda de se ver!
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